
Às vezes me vejo criança
De novo e de novo!
Talvez seja apenas um sonhador
Até a tempestade fica suave...
Excruciante sina – minha vida vazia
E os amores tão intensos romperam em mim
Esse meu coraçãozinho tão frágil
Abala-me, irrompe-me
Vampiro solitário longe do lar
Arrebatado de sua era!
Será ela minha redenção?
Das trevas estou cingido há séculos
Nenhuma maldade surpreende
Indiferença alguma me mata repentinamente
Apenas essa esperança, essa expectativa
Que me fazendo vivo
Desperta o desespero amortecido
Cheiro da morte e luto!
3 Delírios:
Muito bom poema,Lipe...retratasse teu verdadeiro 'eu',teu 'medo de amar',muito bom isso...vejo que teus poemas são tuas auto psicanálises.
Oii estou realmente surpresa de ter lido poemas tão interessantes
Realmente gostei muito eu tenho blog tbn, não escrevo tão bem quanto vc mas, se quizer entrar vou deixar o link =)
espero que goste , que comente, que me siga , e que faça criticas construtivas...
Ficaria muito honrada e feliz.
http://mydailylifesb.blogspot.com/
Did you heard what Rob Matts said about that?
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