sexta-feira, 25 de março de 2011

O que o amor pode ser


Às vezes me vejo criança

De novo e de novo!

Talvez seja apenas um sonhador

Até a tempestade fica suave...


Excruciante sina – minha vida vazia

E os amores tão intensos romperam em mim

Esse meu coraçãozinho tão frágil

Abala-me, irrompe-me


Vampiro solitário longe do lar

Arrebatado de sua era!

Será ela minha redenção?


Das trevas estou cingido há séculos

Nenhuma maldade surpreende

Indiferença alguma me mata repentinamente


Apenas essa esperança, essa expectativa

Que me fazendo vivo

Desperta o desespero amortecido

Cheiro da morte e luto!

3 Delírios:

@escobar_leticia disse...

Muito bom poema,Lipe...retratasse teu verdadeiro 'eu',teu 'medo de amar',muito bom isso...vejo que teus poemas são tuas auto psicanálises.

B* disse...

Oii estou realmente surpresa de ter lido poemas tão interessantes
Realmente gostei muito eu tenho blog tbn, não escrevo tão bem quanto vc mas, se quizer entrar vou deixar o link =)

espero que goste , que comente, que me siga , e que faça criticas construtivas...
Ficaria muito honrada e feliz.

http://mydailylifesb.blogspot.com/

ribiczar disse...

Did you heard what Rob Matts said about that?

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