quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Indigente


Sou apenas um transeunte
marginalizado eu permaneço
não tem espaço para mim
apenas o frio mortificador de meu fado

Não tem lugar para mim
aquele coração estará sempre ocupado!
sempre existirá outro nome
uma sombra desconhecida

A tortura de existir
a excruciante saudade
da realidade que nunca existiu
escravizado pela esperança
de um dia ainda poder entrar

Como dói essa silenciosa rejeição
aquela da vida sem consideração
uma selva prendendo minha respiração
e minha vida morrendo nessa escuridão.

2 Delírios:

Pankeka disse...

sincero e objetivo
gostei da maneira que se expressa com as palavras
otimo post

visita-me
(to seguindo!)
http://yullapankeka.blogspot.com/

†Janaina† disse...

esse poema descreve como me sinto em meu relacionamento atual... parte dele... sei lá...
gostei do teu texto