domingo, 9 de janeiro de 2011

Calabouço


Meu quarto, meu calabouço
aqui tem tanto de mim
tanto daquela agonia fria e esquecida
uma solitária que é companhia

aqui tenho sonhos - delírios
da realidade nunca alcançada
ausencia e permanencia...
minha ruina, apenas uma alma sofrida

minha alma presa - ébria
de tantos sonhos, tantos suspiros
mas o destino quis que eu
apenas os avistasse pela janela por entre grades!

arrebatado da vida - sem vida
um antigo ser de um antigo mundo
que inexiste, que sucumbe
na úmida cadeia da minha vida infrutífera.

5 Delírios:

Wesley Borges disse...

Boa noite! Veja se te interessa fazer parceria de banner com o meu blog:
http://diazdezumbi.blogspot.com/

Aмbзr Ѽ disse...

lindo, a nossa preocupação é ao mesmo tempo amortecida pela inércia quando vemos a vida (infrutífera) passar.

http://terza-rima.blogspot.com/

Daiane disse...

Estou seguindo seu blog poís gostei bastante da sua escrita!!!

Parabéns é um ótimo tarbalho!

Goticus Eternus disse...

Olá Felipe parabenizo-te por tuas escritas e convido a visitar meu blog , e se te interesar fazer parceria, qualquer coisa deixo meu email tiagodotto-guitar@hotmail.com

Aguardo tua resposta
Abraço

Att: Tiago Dotto
adm: blog Goticus Eternus

Rart og Grotesk disse...

"um antigo ser de um antigo mundo
que inexiste, que sucumbe", profundo isso!

bjos

http://artegrotesca.blogspot.com